E como é esse amor que joga a pessoa amada na frente de um caminhão?
Esse amor sem cuidado…
Que tem em mente apenas um coração, o próprio!
Me diz como é esse amor, esse amor pelo brilho, que rouba as misturas de presenças de outros e impõe a sua na vida da pessoa…
Como é esse amor, amor de boca pra fora…
Amor ato de dizer…sem nenhum demonstrar… Mal dizendo meu nome em esquinas, em ouvidos, gritando por ai patifarias que fiz sem nenhum encostar…
Vai explica que sujeito esse que criou na sua vida? sem ao menos ocultar aos ouvidos de “passageiros de vida” verdades que somente em sua cabeça existe…
Quando fiz juras, quais promessas não cumprir? se meu erro foi o cuidado, foi me importar de verdade com tua infelicidade, foi pensar em teu frio de alma, e querer que desapareça todo mal de sua lembrança, me perdoe por ter iludido, perdoe por deseja-te o bem, perdão pelos abraços, por desejar todos os dias que teus dias fossem os melhores…
O erro sou eu! eu que não presto…Eu que digo verdades envolvidas em mentiras e distorço a realidade com poemas…
Você é sempre a vitima, então não se condene por ter sido mais uma vez enganada… Sustente sempre as mentiras que quiser para sobreviver, sustente verdades também para que haja uma mistura exata, para explicar sua existência no mundo…
Só não espere que eu entenda, que seja doce, que acredite, que não me ofenda, um amor que fere meus princípios… Um amor “m-a-l-“d-i-t-o”, que pessoas me abordam conhecendo uma “patife” que eu nunca coloquei em exposição para que todos soubessem da minha vida!
RVG.
Notes (7:55)





